Todos nos temos um ponto de nascimento. Todos nos temos um ponto que muda as nossas vidas para sempre. Todos nos temos aquele dia que desejar-mos ter dormido mais um pouco. Talvez chegar um pouco mais tarde. Ou mais cedo depende da situação.
Nos nascemos imortais. Duas classes. Um só objectivo. ser a raça dominante. Todos nos sabemos como isso acabou. Não podíamos dominar sem alimento. Então cultivamos alimento. Mas o que acontece quando esse alimento se torna numa praga? Partimos para uma guerra frontal? Deixamos que o alimento, conheça a sua presa? Somos superiores, mas as baixas seriam inevitáveis para o nosso lado. A morte de um de nos, equivale a morte de muitos deles. Eles se reproduzem. Nos somos apenas estes. Um ramo esquecido na cadeia da evolução. Guerra frontal fica fora da jogada. Por isso nos tornamos senhores das sombras e de lá governamos o gado sem que ele se aperceba que o pastor esta no controle.
Para tornar as coisas mais engraçadas. Uma piada de mal gosto. Nossas irmãs. Foram afortunadas com outros dotes diferentes do nossos. As suas maldições são diferente das nossas. O que não tornou a vida mais fácil para elas. Não que elas não merecessem. O mais provável é que meus irmãos estiveram por de trás de todo. Vingança é um prato que se serve melhor frio.
Piada de mal gosto. Que nos podiam ajudar. Ajudar a todos nos. Concretizar um desejo. Cada um tinha o livre atrito de escolher uma coisa para esquecer. Claro que livre atrito quando o nosso coração pertence a outra se torna apenas uma ideia romântica. E meu coração não pertencia a mim. Pertencia a bela donzela de olhos verdes e cabelos compridos castanhas avelã. Não tentou me mudar. Me controlar. Ou "ajudar". Tive livre atrito para escolher. Escolher a essência do meu ser a cada década. Não questionou meu coração. Apenas me beijou e sussurrou a meu ouvido o seu desejo. Sabia que o meu desejo me ia libertar de meus irmãos. Me dar asas para voar até onde os meus desejos me levassem. Não queria saber de gado. Apenas me alimentar dele por mais cruel que assasse. Sem alimento não se morre, apenas se torna fraco. Fraco de mais para se voltar alimentar. Mas forte para continuar a viver. Mais uma piada estúpida que foi escrita em nossas linhas.
Vivi a década sobre uma mascara de porcelana. Uma mascara não feita a minha media, mas a medida de meus irmãos e irmãs. Uma mascara que cai-a sempre que ela me beijava. Sorria. Tocava. Uma mascara igual a que o gado ira usar mais tarde.
Seu desejo ao meu ouvido. Seu desejo foi, nunca esquecer o meu nome. A donzela de olhos verdes e cabelos castanho avelha estava disposta a viver a eternidade ao meu lado. A mudar comigo a cada década. Me deu tantos nomes. Me esqueci de todos eles. A cada novo nome, lhe perguntava se era o meu primeiro nome. Ela sempre me disse que não. Apesar de eu poder ser em seu olhar apaixonado que sim. Ela amava aquela mascara a que aquele nome pertencia. Eu amava seus olhos. Seu cabelo. Seu sorriso. Seu coração. Quando isso passou continuei a amar. Seu corpo prefeito. Seus seios. Seu calor. Sua pele. Mas eternidade é algo infinito. E até o mais prefeito sexo pode ser aborrecido.
Até hoje não sei, nenhum dos milhares de nomes que tive. Mas sempre saberei a cor do seus olhos. O sabor dos seus lábios. O bater do seu coração. E ela para sempre saberá quem eu sou. AS minhas mascaras. As minhas dores. As minhas sombras. As minhas vitimas. Eu sou a sua maldição.
Nos nascemos imortais. Duas classes. Um só objectivo. ser a raça dominante. Todos nos sabemos como isso acabou. Não podíamos dominar sem alimento. Então cultivamos alimento. Mas o que acontece quando esse alimento se torna numa praga? Partimos para uma guerra frontal? Deixamos que o alimento, conheça a sua presa? Somos superiores, mas as baixas seriam inevitáveis para o nosso lado. A morte de um de nos, equivale a morte de muitos deles. Eles se reproduzem. Nos somos apenas estes. Um ramo esquecido na cadeia da evolução. Guerra frontal fica fora da jogada. Por isso nos tornamos senhores das sombras e de lá governamos o gado sem que ele se aperceba que o pastor esta no controle.
Para tornar as coisas mais engraçadas. Uma piada de mal gosto. Nossas irmãs. Foram afortunadas com outros dotes diferentes do nossos. As suas maldições são diferente das nossas. O que não tornou a vida mais fácil para elas. Não que elas não merecessem. O mais provável é que meus irmãos estiveram por de trás de todo. Vingança é um prato que se serve melhor frio.
Piada de mal gosto. Que nos podiam ajudar. Ajudar a todos nos. Concretizar um desejo. Cada um tinha o livre atrito de escolher uma coisa para esquecer. Claro que livre atrito quando o nosso coração pertence a outra se torna apenas uma ideia romântica. E meu coração não pertencia a mim. Pertencia a bela donzela de olhos verdes e cabelos compridos castanhas avelã. Não tentou me mudar. Me controlar. Ou "ajudar". Tive livre atrito para escolher. Escolher a essência do meu ser a cada década. Não questionou meu coração. Apenas me beijou e sussurrou a meu ouvido o seu desejo. Sabia que o meu desejo me ia libertar de meus irmãos. Me dar asas para voar até onde os meus desejos me levassem. Não queria saber de gado. Apenas me alimentar dele por mais cruel que assasse. Sem alimento não se morre, apenas se torna fraco. Fraco de mais para se voltar alimentar. Mas forte para continuar a viver. Mais uma piada estúpida que foi escrita em nossas linhas.
Vivi a década sobre uma mascara de porcelana. Uma mascara não feita a minha media, mas a medida de meus irmãos e irmãs. Uma mascara que cai-a sempre que ela me beijava. Sorria. Tocava. Uma mascara igual a que o gado ira usar mais tarde.
Seu desejo ao meu ouvido. Seu desejo foi, nunca esquecer o meu nome. A donzela de olhos verdes e cabelos castanho avelha estava disposta a viver a eternidade ao meu lado. A mudar comigo a cada década. Me deu tantos nomes. Me esqueci de todos eles. A cada novo nome, lhe perguntava se era o meu primeiro nome. Ela sempre me disse que não. Apesar de eu poder ser em seu olhar apaixonado que sim. Ela amava aquela mascara a que aquele nome pertencia. Eu amava seus olhos. Seu cabelo. Seu sorriso. Seu coração. Quando isso passou continuei a amar. Seu corpo prefeito. Seus seios. Seu calor. Sua pele. Mas eternidade é algo infinito. E até o mais prefeito sexo pode ser aborrecido.
Até hoje não sei, nenhum dos milhares de nomes que tive. Mas sempre saberei a cor do seus olhos. O sabor dos seus lábios. O bater do seu coração. E ela para sempre saberá quem eu sou. AS minhas mascaras. As minhas dores. As minhas sombras. As minhas vitimas. Eu sou a sua maldição.
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