O sonho de muitos é encontrar aquela pessoa com quem desejamos passar o resto da nossa miserável vida. Aquela pessoa que torna o pesadelo que chama-mos de nosso habitat, num sonho. Muitos o concretizam. Outros passam todo o tempo a o procurar, para nunca o encontrar. Agora imaginem aqueles que o encontram e o perdem. Não uma vez, nem duas ou três mas vezes infinitas. Infinitas vezes conhecer a razão por qual vivemos. Infinitas vezes a perder-mos.
Procuram conforto em Deuses e que foi o anjo da morte que os levou para longe. Não para sempre. Apenas por alguns minutos, até que nos leve a nós até ao seu encontro, onde vamos viver eternamente ao lado dos nossos criadores. Há aqueles que a dor é demasiado grande. São eles a chamar o anjo da morte e não o contrario.
Eu não o posso fazer. Não posso chamar o anjo da morte. Não posso esperar que ele me leve. Ele desconhece a minha existência. Para ele sou apenas mais um fornecedor. Não um cliente.
Perdi todas as razões que me deram felicidade. Todas elas deixaram um buraco negro no meu coração. Não há conforto em saber que eles apenas morreram. Que é a lei natural das coisas a agir. Simplesmente acordam um dia se não se lembram de quem eu sou. Um minuto sou o seu grande amor, no seguinte sou apenas mais um rosto desconhecido no meio da multidão que fica a olhar para ela sem aparente razão. Provavelmente um violador, ladrão, ou assassino, na mente dela.
Uma dor que o álcool não ajuda a afogar. Uma dor que não se substituir com drogas, que não fazem efeito em meu sistema imunitário. Condenado ao sofrimento, foge-se daquela cidade. Procura-se um novo lar. Um novo amor. Uma nova vida. Até ela não passar de mais um buraco negro no meu coração.
Quando se vive eternamente, todas as cidades do mundo não chegam para fugir da dor que nos assombra. Quando conhecemos o labirinto melhor do que nos conhece-mos a nos. O que fazemos então? Encurralados nas sombras do passado. Cada banco de jardim é um lembrete de uma vida passada. Cada flor que nasce no canto da estrada é uma donzela que já sorriu sobre as suas pétalas. Cada pedra da calçada é um corvo que foge da alma.
Este é o preço da felicidade quando a vida se torna longa de mais. O limiar do cordel que separa o pesadelo do sonho. Quando a linha reta é desafiada por forças que a obrigam criar redondas.
Procuram conforto em Deuses e que foi o anjo da morte que os levou para longe. Não para sempre. Apenas por alguns minutos, até que nos leve a nós até ao seu encontro, onde vamos viver eternamente ao lado dos nossos criadores. Há aqueles que a dor é demasiado grande. São eles a chamar o anjo da morte e não o contrario.
Eu não o posso fazer. Não posso chamar o anjo da morte. Não posso esperar que ele me leve. Ele desconhece a minha existência. Para ele sou apenas mais um fornecedor. Não um cliente.
Perdi todas as razões que me deram felicidade. Todas elas deixaram um buraco negro no meu coração. Não há conforto em saber que eles apenas morreram. Que é a lei natural das coisas a agir. Simplesmente acordam um dia se não se lembram de quem eu sou. Um minuto sou o seu grande amor, no seguinte sou apenas mais um rosto desconhecido no meio da multidão que fica a olhar para ela sem aparente razão. Provavelmente um violador, ladrão, ou assassino, na mente dela.
Uma dor que o álcool não ajuda a afogar. Uma dor que não se substituir com drogas, que não fazem efeito em meu sistema imunitário. Condenado ao sofrimento, foge-se daquela cidade. Procura-se um novo lar. Um novo amor. Uma nova vida. Até ela não passar de mais um buraco negro no meu coração.
Quando se vive eternamente, todas as cidades do mundo não chegam para fugir da dor que nos assombra. Quando conhecemos o labirinto melhor do que nos conhece-mos a nos. O que fazemos então? Encurralados nas sombras do passado. Cada banco de jardim é um lembrete de uma vida passada. Cada flor que nasce no canto da estrada é uma donzela que já sorriu sobre as suas pétalas. Cada pedra da calçada é um corvo que foge da alma.
Este é o preço da felicidade quando a vida se torna longa de mais. O limiar do cordel que separa o pesadelo do sonho. Quando a linha reta é desafiada por forças que a obrigam criar redondas.
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