Eu sou o maior sonho da humanidade. Eu sou conhecido por muitos nomes e nenhum deles me pertence. Esse foi perdido a muito tempo numa louca noite de Novembro. Foi a única coisa que perdi em milhares de anos. Temos a escolha de poder esquecer algo. Um gesto cruel disfarçado de uma bênção pelos nossos criadores. Deuses, ordem natural de evolução, extraterrestre. Ao longo do percurso as teorias são tantas e eu me recordo de todas. Me embebedei em todas. Me alimentei em todas. Em todas foi odiado. Em todas foi folclore monstruoso que existiu apenas na perversão de meus irmãos e minhas irmãs.
A crueldade de esquecer apenas uma memoria. Guiado por falsos projectas, antes de réis e imperadores ou políticos corruptos, já existia poder. Já existia a humanidade e nela mascarada já existia as pessoas sem alma. Sem o poder de amar ou odiar. Já existia quem fosse capaz de criar nevoeiro. Cegar os que se perdem pelo caminho. Os guiar ao inferno eterno só para poderem sentir algo maior do que a sua estúpida existência.
Na crueldade de esquecer apenas uma memoria, é tão fácil escolher o caminho mais fácil. O caminho que nos navega para o nosso pessoal paraíso. E claro que há sempre quem tente enganar o sistema cruel. Escolher, esquecer todo. Esses nunca descobriram o resultado da sua escolha, nem nunca descobrirão. Como eu têm muitos nomes, mas nos dias que correm na linha temporal actual são mais conhecidos por insanos.
Na crueldade de esquecer apenas uma memoria. Outros navegaram pelas palavras dos seus senhores, que não demoraram a ser promovidos a alimento. Esquecer como é ser humano. Não ter sentimentos. Ser pior que um animal selvagem. A única coisa por qual acordam, é fome. Algo parecido ao novo conceito de zombei, só que mais inteligente e muito mais real. São eles que te esperam num beco escuro e te apresentam a verdadeira definição de monstro. O melhor dicionário do mundo contendo apenas uma palavra.
Esquecer o nome em cada década pareceu a melhor solução a um problema sem solução. Algo parecido ao anjo da morte mecânico da humanidade. O nome apenas contem a essencial do meu ser. A minha alma. Todo que eu sou durante uma década esta gravado em suas letras. O que eu amo. O que eu odeio. O que visto. O que eu ouço. O que eu considero belo. O que considero certo ou errado. O tipo de mulher que desejo. A língua que falo. Todo esta associado ao nome. A cada década me esqueço dele. Não tem como me lembrar.
Ao longo dos anos tentei de todo. Tatuar o meu nome em todo o meu corpo. Escrever ele em todos os lugares possíveis. Conhecer o maior numero de pessoas possíveis. Cometi atrocidades maiores do que as dos meus irmãos e irmãs. Todo na esperança de alguém se lembrar do meu nome. Mas todo desaparece, todo esquece do que eu fiz. De quem eu sou. Todos menos eu. Todo permanece guardado nas minhas memorias. Todo menos ele. Me obrigando a reinventar sobre um novo nome como se fosse um actor interpretando um papel numa peça de teatro macabra e o mundo é o meu palco. Por de trás de cada cortina um novo cenário. Por de trás de cada cenário um porta cheia de "esqueletos no armário". Em cada esqueleto, um amor, uma morte, ou algo pior.
Imaginarem viver o tempo suficiente para conhecer todo o mundo e todo o mundo ser um álbum de recordações que nos assombram eternamente.
Eu sou o maior sonho da humanidade. E este o o preço que pego que pagar por ele.
A crueldade de esquecer apenas uma memoria. Guiado por falsos projectas, antes de réis e imperadores ou políticos corruptos, já existia poder. Já existia a humanidade e nela mascarada já existia as pessoas sem alma. Sem o poder de amar ou odiar. Já existia quem fosse capaz de criar nevoeiro. Cegar os que se perdem pelo caminho. Os guiar ao inferno eterno só para poderem sentir algo maior do que a sua estúpida existência.
Na crueldade de esquecer apenas uma memoria, é tão fácil escolher o caminho mais fácil. O caminho que nos navega para o nosso pessoal paraíso. E claro que há sempre quem tente enganar o sistema cruel. Escolher, esquecer todo. Esses nunca descobriram o resultado da sua escolha, nem nunca descobrirão. Como eu têm muitos nomes, mas nos dias que correm na linha temporal actual são mais conhecidos por insanos.
Na crueldade de esquecer apenas uma memoria. Outros navegaram pelas palavras dos seus senhores, que não demoraram a ser promovidos a alimento. Esquecer como é ser humano. Não ter sentimentos. Ser pior que um animal selvagem. A única coisa por qual acordam, é fome. Algo parecido ao novo conceito de zombei, só que mais inteligente e muito mais real. São eles que te esperam num beco escuro e te apresentam a verdadeira definição de monstro. O melhor dicionário do mundo contendo apenas uma palavra.
Esquecer o nome em cada década pareceu a melhor solução a um problema sem solução. Algo parecido ao anjo da morte mecânico da humanidade. O nome apenas contem a essencial do meu ser. A minha alma. Todo que eu sou durante uma década esta gravado em suas letras. O que eu amo. O que eu odeio. O que visto. O que eu ouço. O que eu considero belo. O que considero certo ou errado. O tipo de mulher que desejo. A língua que falo. Todo esta associado ao nome. A cada década me esqueço dele. Não tem como me lembrar.
Ao longo dos anos tentei de todo. Tatuar o meu nome em todo o meu corpo. Escrever ele em todos os lugares possíveis. Conhecer o maior numero de pessoas possíveis. Cometi atrocidades maiores do que as dos meus irmãos e irmãs. Todo na esperança de alguém se lembrar do meu nome. Mas todo desaparece, todo esquece do que eu fiz. De quem eu sou. Todos menos eu. Todo permanece guardado nas minhas memorias. Todo menos ele. Me obrigando a reinventar sobre um novo nome como se fosse um actor interpretando um papel numa peça de teatro macabra e o mundo é o meu palco. Por de trás de cada cortina um novo cenário. Por de trás de cada cenário um porta cheia de "esqueletos no armário". Em cada esqueleto, um amor, uma morte, ou algo pior.
Imaginarem viver o tempo suficiente para conhecer todo o mundo e todo o mundo ser um álbum de recordações que nos assombram eternamente.
Eu sou o maior sonho da humanidade. E este o o preço que pego que pagar por ele.
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